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Acredite que você pode…


Acreditar em si passa por várias fases na vida: primeiro, temos que vivenciar situações, aprender com as mesmas, tirar as devidas lições e, só depois de melhorarmos nossa autoestima, poderemos, de fato, acreditar em nós mesmos, tornando-nos molas propulsoras de saberes, crenças, ideias e valores.


Para isso, temos que nos conhecer, como seres integrais, cheios de potencialidades e talentos a serem desenvolvidos. A evolução do ser humano não pode ser vista como algo pontual. Todos aprendemos e apreendemos desde a infância, falas que poderão tanto nos derrotar como nos auxiliar - “Menino você é burro”, “Sua irmã mais velha é muito mais inteligente” e daí por diante. Ou, ao contrário: “Você pode, tente!”, “Cada filho tem um dom, o seu é a paciência” e assim afora.


Desse modo, vamos construindo crenças pessoais em nossas crianças, que tanto poderão ser limitantes, causando distorções na autoimagem, quanto elevá-las, ajudando-as a suprir os desafios da vida, com maior confiança.


Outros feitos, não menos importantes, são aqueles que superestimam filhos e netos, tratando-os como príncipes e princesas, acima do mundo à volta, protegidos ao extremo, levando-os a adquirem uma conduta narcísica e egocêntrica, levando-os a tornarem-se jovens prepotentes ou inseguros.


Nosso cérebro decodifica aspectos negativos muito fortemente. O “não” contínuo cria marcas, às vezes irreversíveis, como teias de aranha, que por analogia, ao invés de servirem para a subsistência (prender os insetos - seu alimento), tornam-se armadilhas para si mesmos, caindo numa depreciação que pode acarretar danos psíquicos, como depressão e ansiedade. Muitos deles, terão que ser tratados psicoterapicamente.


Esse quadro gera cidadãos que não acreditam em si. Portanto, deixam de realizar muitos feitos na vida, refletindo em suas escolhas. Tornam-se homens, cujas capacidades ficam embotadas, ora pelo medo em se expor e ser criticado, ora por não aproveitar suas potencialidades. Isso reflete na sociedade como um todo.


Àqueles que, ao contrário, só recebem o “sim” na vida, crescem egoisticamente e também não farão boas escolhas. Alguns, no trabalho, por exemplo, sentem-se melhores que os outros, não aceitam ser interpelados e consideram-se "intocáveis" - muito comum atualmente.


Acreditar em si, não é se sentir superior a ninguém. Infelizmente, a sociedade convive com uma geração que se empodera e acha que “tudo sabe”, não valoriza o idoso e nem respeita normas - consequência da conduta de alguns pais, que os tratam como seres “especiais”.

Pais que se esquecem que enfrentar desafios os fez se sentirem seguros perante a vida, e que tanto o “sim!” quanto o “não” fazem parte de nossa existência, para nos tornarmos mais íntegros. O equilíbrio está na mediação dessas duas vertentes.


Obviamente, temos que elevar a autoestima dos nossos filhos, mas nunca perdendo de vista os limites, que são bons e necessários.


A percepção que criamos de nós mesmos, pode nos levar adiante para grandes intentos, como pode minar todas as capacidades que nos foram dadas. Uns terão mais, outros menos, porém, não existe aquele que nada possa, nem o que “tudo pode”.


O ideal é ver o cidadão de maneira holística, pautado em todos os segmentos: mental, físico, espiritual, social, familiar afetivo e financeiro. Cada um desses, têm a sua importância, como um todo. Não basta restringir-se a somente um.


As Psicólogas desta Consultoria, no trato junto a seus pacientes, estimulam que pensem não só em si, mas também no outro. Não há como vencer a si próprio, se não conseguir ver àquele que está ao seu redor. Não somos “ilhas”, temos que interagir, aprender com o próximo e, se possível, fraternalmente, efetuar trocas saudáveis, que só proporcionarão aumento de autoestima e de bem-querer.


O mundo precisa mais do que nunca, disso!


Acreditar em si, passa por um processo de conciliação consigo mesmo, entendendo que apesar das inúmeras imperfeições (que temos), somos capazes de trilhar caminhos, mesmo sob algumas percepções ilusórias, ora pelo negativismo, ora pelo excesso de autoestima, encontrando um ponto de equilíbrio.


A pandemia talvez tenha vindo justamente para aprendermos a usar melhor nossas capacitações. Quantos que, usando a criatividade, estão não só ganhando dinheiro com artesanatos, marmitex etc., como também auxiliando alguém? Temos pacientes que estão se reinventando nesta fase e ainda ajudando a terceiros - isto mostra que, felizmente, todos têm potencial. Basta olhar para si sem medo e seguir adiante, fazendo o bem, o melhor que possa. Se não encontrar recursos internos para isso, não deixe de procurar ajuda! Às vezes só precisarão de um “empurrão” para dissipar as crenças ilusórias e aproveitar a vida, com todas as suas capacitações.


Que acreditar em nós próprios seja um trilhar em que não precisemos nos ofuscar perante o outro, mas que consigamos adicionar a nossa luz ao próximo, clareando os caminhos de ambos!


Nunca o MUNDO precisou tanto de pessoas que assumam riscos sem temores desnecessários. Lembrando que não há mais tempo para justificativas infundadas. Ou assumimos a vida, ou ela nos consumirá.



A decisão é nossa! Só nossa!


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