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Gestação, um intercâmbio de amor...


E o que dizer daquele ser que brota no ventre de uma mulher?

Que mágica é essa, naquele momento da concepção?

Uma nova oportunidade de vida, de acalento, de descobertas e de experiências, que farão um pequeno embrião se tornar um adulto cheio de possibilidades e desafios.

Pesquisas mostram que, desde as primeiras transformações na barriga da mãe, a criança apresenta sinais - alguns perceptíveis no ultrassom, outros mais audíveis a partir da vigésima quinta idade gestacional, através dos primeiros movimentos - que na maior parte das vezes, são comemorados, pelos pais, avós, tios, amigos, etc.

Sem dúvida, a fase mais importante na vida de uma mulher é a gravidez, mesmo naqueles casos em que não foi programada. Mas quase sempre, mesmo sem planejamento prévio, surte uma emoção renovadora, que causa ambivalência nos sentimentos, porém, é uma sensação maior, se sobrepõe aos problemas, aos medos, aos eventuais enfrentamentos, que possivelmente surgirão.

A mulher, tornando-se mãe, fica mais madura, mais resiliente e mais empreendedora. Empreendedora sim! Talvez o maior empreendimento da vida de uma mulher, é dar à luz a um bebê e, junto ao pai (ou quem o substitua), torná-lo uma grande pessoa.

Para isso, não basta só gerar - além dos cuidados básicos, são necessários outros ingredientes, como o comprometimento com aquele pequeno ser, vontade em criá-lo, não só para ter sucesso profissional e pessoal, mas também para que forme um bom adulto, um Ser Humano - com qualidades e defeitos, mas bom.

Não existe receita pronta para que isso venha a acontecer. Quisera poder passar algo pronto! Mas é na luta diária, que o aprendizado se estabelece, na vivência de um chorinho, de um mimo, de um comentário de terceiros (não tão agradável). Aí, percebe-se o nascimento de uma mãe, que vai, passo a passo, identificando o que aquele pequeno ser precisa dela naquele momento, aprendendo a lidar com aqueles que estão ao seu redor, e que eventualmente falarão coisas, como: “Seu leite é fraco!”, “Você mima demais seu filho!”. E tantas outras falas que poderão minar a relação materna filial, crucial para a formação daquele bebê, que um dia será um adolescente, um adulto e um idoso.

Nesse ponto, a presença de um pai, ou quem o substitua, auxilia muito nesse processo, dando condições àquela mãe, para que consiga viver tudo isso de maneira serena. Sem contar a importância dos papéis de homem e mulher, na vida de todos nós, que nos influenciarão nas nossas escolhas futuras.

Um Ser Humano de bem, com valores e ética não se faz do dia para a noite. É um processo vivido através de alegrias, tropeços, frustrações, conquistas e etc. Quando uma mãe gesta, ela dá a oportunidade para que alguém, possa fazer diferença no mundo.

E se ela não puder gestar, por algum fator impeditivo? Seja qual for o motivo, ainda há boas perspectivas através de adoções, de preferência feitas judicialmente e de acordo com a Lei vigente, desde que o casal trabalhe sua ansiedade, pois as filas de adoção são longas e saiba que a criança que lhes vier, embora não de sangue, é exatamente aquela que precisava vir àquele casal, ou àquelas pessoas, do mesmo modo que quando se gesta, não se pode antever problemas futuros.

Muita coisa, depende da criação, dos costumes, do cuidado com os “excessos”. Uma criança nem sempre terá a melhor escola, fará os melhores passeios, obterá a melhor instrução. Mas nem por isso, deixará de ser feliz.

A felicidade se mede muito mais pelos valores que se passa, do que pela situação econômica ou financeira da criatura. Claro, precisamos progredir sempre, em todos os níveis, inclusive sob aspecto monetário. Mas não nos iludamos: o material, não compra sentimento e estamos numa fase em meio a uma pandemia, com muitos e novos aprendizados, na qual talvez, o maior, seja aprendermos a amar.

E qual prova maior de amor, que temos, senão na educação de um filho? Fica aqui um convite à reflexão. O que me impede em colocar um bebê no mundo? É o medo que ele sofra? Qual seria o seu motivo? Lembremos, que desde que o mundo, é mundo, o sofrimento existe e, se sua mãe não tivesse “ousado” em gestar, o que seria de você hoje?

O desafio é grande, mas a maior parte das mulheres comenta depois que o filho nasce - “valeu a pena!”

Pense nisso...

A decisão é nossa! Só nossa!

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